
domingo, 31 de outubro de 2010
O que será do Brasil após o Halloween eleitoral?

domingo, 10 de outubro de 2010
O problema do Brasil virou só um

domingo, 19 de setembro de 2010
IRAAAAAAAADO! - Domingo é sempre assim...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
“Bola pro mato que o jogo é de campeonato!”

Pense numa equipe de futebol que jogue toda retrancada, como o São Luiz no jogo de domingo passado contra o CSA, o meu joga mais na defesa ainda. São onze atrás da linha intermediária, com a obrigação de não deixar nada nem ninguém avançar.
As equipes adversárias não costumam avançar muito, já que o nosso esquema de jogo causa medo à maioria dos times adversários. Como se tivéssemos no elenco jogadores com a cara do Amaral e o jeito de tirar a bola do Robben do Felipe Mello – a intenção jamais é machucar alguém (e eu que achava que jamais utilizaria uma piada com ele...).
O lema do meu time é “bola pro mato que o jogo é de campeonato!”. Às vezes, por motivos racionalmente inexplicáveis, a pelota resolve avançar um pouco, permitindo toques de bola no setor defensivo, só para ver a reação do oponente, que se assusta com tamanha “agressividade”. Depois, um bico para qualquer lado, que não seja o do seu próprio gol, retoma as atividades rotineiras.
Em menor quantidade de vezes ainda, quer dizer, quase nunca, a bola vai para o ataque. A torcida entra em polvorosa! O adversário pego de surpresa. Toques rápidos e encantadores à moda do meio-campo da campeã do mundo Espanha. Ouve-se até “olés” das arquibancadas. A bola chega ao centroavante da equipe, melhor dizendo, no jogador que costuma ficar mais avançado, cara a cara com o goleiro. Ele chuta, e, e...
Recua para o arqueiro!!!
Tsc, tsc, desse jeito o meu time nunca vai sair do zero a zero.
*Imagem: Francisco Javier Sassano.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
IRAAAAAAAAAADO! - Um terço da população alagoana é miserável

quarta-feira, 19 de maio de 2010
Circo a motor - O melhor na frente



sexta-feira, 14 de maio de 2010
Circo a motor – Respeitem os ídolos!

Ontem a Fórmula 1 comemorou exatos 60 anos do primeiro Grande Prêmio da categoria. Daquela época para hoje e para este fim de semana, apenas duas coincidências: o super-travado, e tão elegante quanto, circuito de Mônaco e a Ferrari.
A proximidade entre o GP anterior, o primeiro no período europeu, na Catalunha, e o GP de Mônaco, neste final de semana, quase me fez esquecer de escrever algo sobre a corrida em Barcelona.

“VELHINHOS”
Durante a semana, devido ao confronto entre Flamengo e Corinthians pela Libertadores, comentávamos num dos blogs de futebol que acompanho a “pena” sentida em relação ao Ronaldo. O cara é um vencedor só pelo que teve de enfrentar após as cirurgias e se arrastava
Até que ele fez uma boa atuação, excelente se comparada ao que vinha fazendo este ano, mas no dia seguinte resolver conceder uma entrevista coletiva. Nesta, teve que responder uma pergunta sobre a falta de comprometimento dele. Foi uma das respostas mais emocionantes, e revoltadas, que eu já vi. Nada a acrescentar ao que ele disse.
Ao mesmo tempo, em outro esporte, seu maior vencedor era questionado até mesmo em seu país de origem. Michael Schumacher resolveu voltar ao circo após três anos parados e dividiu desde o início quem acompanha o automobilismo: ele é gênio e voltará com tudo ou sentirá as mudanças no carro e a falta de ritmo?
É fato que nas quatro primeiras corridas ele pouco fez, foi ultrapassado por pilotos com carros mais fracos e ficou muito atrás do seu companheiro de Mercedes, o também alemão Nico Rosberg. Mas criticar a sua volta é esquecer da imensa quantidade de mudanças no tempo em que ficou fora e, o principal, ninguém retoma uma carreira de onde se parou.
Não é porque ele não é o mesmo Schummi de antes – nem tem uma Ferrari trabalhando “só” para ele – que as críticas devam ser ásperas a ponto de se esquecer do que ele tem na F1. São SETE títulos mundiais, fora os demais recordes. Se a decisão foi certa ou não, acredito que no final da temporada ele mesmo pode responder. Afinal, ele não voltou por causa de dinheiro – ganhava US$

GP DA CATALUNHA
O GP em Barcelona foi bem mais tranqüilo que os anteriores, já que não teve chuva, mas nem por isso perdeu em momentos emocionantes.
No treino oficial, para variar, a RBR ficou com a poleposition. Só que desta vez foi o australiano Mark Webber que fez o melhor tempo; Vettel
Já na corrida, ambos largaram bem e ganharam posições. Até Bruno Senna, com um veículo enguiçável pulou da 24ª para a 17ª posição, abandonando a lata-velha antes de completar a primeira volta.
Para não me alongar muito, vamos aos fatos principais...
Webber foi o quarto piloto, em cinco provas, a vencer uma corrida. E de forma gigante, de ponta-a-ponta, com os melhores tempos.
Vettel perdeu posição nos boxes para Hamilton – algo que voltou a ocorrer com a diferença de volta em que se entrava – e caiu para terceiro. Para piorar, no final da corrida teve outro problema com o carro, na parte dianteira direita. Voltou aos boxes, trocou o pneu e não resolveu, tendo que ser avisado volta a volta a diminuir seu ritmo. Ainda conseguiu chegar em terceiro, pois...
Hamilton, que chegaria tranquilamente em segundo, sofreu no final com o desgaste dos pneus e viu o dianteiro direito estourar faltando uma volta (uma volta!) para o final da corrida. Melhor para...
Fernando Alonso, que numa corrida sem maiores sobressaltos, ganhou duas posições de presente na corrida na sua Espanha, para delírio da torcida.
Após largar pela primeira vez na frente de Rosberg, Shumacher deu um show na primeira parte da corrida ao segurar Jenson Button. No final, um merecidíssimo quarto lugar e a prova de que a qualidade não saiu dali.
Jenson Button chegou em quinto e manteve a liderança no campeonato, agora com uma diferença menor; Felipe Massa chegou em sexto e Rubens Barrichello chegou em nono, marcando mais dois pontos. Ah, Lucas di Grassi chegou em 19º.
1º Button 70/ 2º Alonso 67/ 3º Vettel 60/ 4º Webber 53/ 5º Rosberg 50/ 6º
domingo, 9 de maio de 2010
O submundo de Alice

Alice no País das Maravilhas foi o segundo filme que mais esperava para este ano - o primeiro era Avatar. O fato de Tim Burton dirigir o longa-metragem baseado em obras das mais discutidos pela Filosofia, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho; e da Disney espalhar imagens do filme; de ser em 3-D; da história parecer ser infantil, mas, desta vez, com a protagonista sendo adulta... Tudo isso chamou minha intenção.
Em contraposição, todas críticas foram negativas ao filme. De jornalistas de grandes jornais brasileiros, com matérias reproduzidas por aqui, até blogs de especializados no assunto e colegas que foram assisti-lo antes do que eu. Justamente de um filme que todos esperavam tanto e muito por causa de toda essa expectativa criada em torno dele.
Acabei indo mais por influência de tanto querer ver e tentar pegar alguma coisa filosófica do filme ou saber se era viagem demais dos autores que o discutiam. Porém, por mais insistência que alguém tenha me feito, não valia a minha aventura para vê-lo em 3-D.
PRÉ-FILME
Mas antes de entrar na discussão geral, de saber se as pessoas estavam certas ou não, coisas curiosas que vi no cinema da rede Severiano Ribeiro antes do filme, quer dizer, antes dos traillers.
Primeiro, uma propaganda afirmando que "por causa do escuro, no cinema os sentidos são aguçados" e daí ser uma boa opção para propagandas. Tudo com uma música que se identifica com outra forma de sensibilidade, que casais gostam de fazer durante os filmes...
Outra coisa foi a propaganda do IG, com notícias instantâneas, como o pedido de demissão do técncio do Corinthians que teve como resposta uma prorrogação em seu contrato. Algo tão informativo e em tempo real assim eu ainda não havia visto.

Como se não bastassem os comentários negativos ainda tive que enfrentar muitas crianças na sessão. E, para variar, há aqueles pré-adolescentes que vão em grupo e se acham no direito de conversar sobre qualquer besteira durante o filme.
Enfim, essa enrolação toda é porque saí da sessão do cinema com uma sensação estranha, de que o filme passou e pronto. Não deixou nada de especial; nada que eu pudesse dizer, "ao menos teve um certo ritmo".
Seria injusto dizer que não foi criativo colocar uma Alice mais adulta e bem diferente das mulheres qeu a cercavam e, consequentemente, louca para fugir das imposições sociais - desde peças de roupa a um casamento com um sujeito bem estranho.
Vá lá, outro ponto positivo é a forma com que se trata a memória dela, a transformação daquela aventura que ela semrpe achava ser um sonho até o momento que percebe que já viveu aquilo antes. Um fator que traz a dúvida a alguns dos outros personagens, já que aquela era uma Alie que não era a que todos esperavam para o "Glorian Day". Mas ela vai se achando ao longo do longa.
Johnny Depp se não foi sensacional como todos esperavam, também não foi um desastre, não causou, ao menos em mim, um imenso desapontamento. O "Chapeleiro Maluco" teve sua importância na história, transformou-se num coadjuvante, mas não a ponto de ganhar o destaque de alguns pôsteres.
As rainhas são personagens interessantes para se destacar, e por motivos diferente. Se temos a maquiavélica Rainha de Copas, com seus soldados-cartas diferentes em relação ao desenho, cercada por puxa-sacos, e com uma imensa cabeça em forma de coração, só que com características definidas; temos do outro lado uma Rainha Branca que irrita qualquer um com o seu exagero nos bons modos.
Confesso que torcia para que ela virasse a vilã da história. Não sei se sou muito pessimista, mas ninguém é tão bom daquele jeito sem soar falsidade. Pode ser até que também seja assim na história do livro, o qual não tive a oportunidade de ler ainda, mas não deixará de ser irritante. Parece uma cópia do que a sociedade do mundo de cima espera de Alice.
Não é à toa o tamanho da responsabilidade que Alice tem em cumprir com o destino determinado e matar o jaguadarte - nome que gosto bastante. Como ninguém lê mesmo isso aqui e a história é bem conhecida, um spoiler: estranho como alguém que afirmou o tempo inteiro que não conseguia matar ninguém cortou a cabeça do animal de forma tão fria. É só reparar que o Chapeleiro Maluco hesitou em matar o escudeiro da Rainha de Copas.
A metralhadora giratória em argumentos após subir novamente até que foi legal e bastante surpreendente para a sociedade da época. Algo como um marco na alteração da maneira dos jovens se comportarem.
A fotografia do filme também foi boa, especialmente para o gato, cujos aparecimentos devem ficar interessantes em 3-D, mas para quem viu Avatar a tão pouco tempo, é impossível não comparar e ver que Alice fica bem aquém.
Quanto ao conteúdo, só lendo os livros e revendo os filmes anteriores para ter realmente algo para se comparar. Pelo menos por enquanto, fico com a sensação que o ritmo do filme correu para levá-lo ao fim.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Mercado Brasileiro de Televisão - César Bolaño

É claro que lendo um livro, estudando um artigo, eu encontro referências de coisas mais legais ainda para ler - e para aumentar a minha fila de livros que neste momento me olha ao lado do computador. Numa dessas referências/buscas encontrei Mercado Brasileiro de Televisão (Programa Editorial da UFS, 1988), escrito pelo professor Dr. César Bolaño (UFS).
Bolãno é graduado em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, e mestre e doutor em Economia. O principal é que ele é o pioneiro nos estudos de Economia Política da Comunicação no Brasil, quiçá na América Latina, e este livro, mesmo sendo a primeira edição de 1988 - já existe uma mais recente, publicada em 2004 -, traz informações valiosíssimas para quem se interessa por estudos nesta área de comunicação ou apenas na questão da televisão no Brasil, quanto a conteúdo ou formas adotadas ao longo do tempo pelas emissoras, entre tantas outras áreas abarcadas.
Na primeira parte do livro "O sistema comercial brasileiro de televisão: um estudo econômico dos media", Bolaño trata de forma geral as teorias, e seus acertos e erros, na tentativa de interligar a indústria cultural, com seu elemento concorrencial, com o capitalismo monopolista. Além da relação de transformação do próprio potencial mercado consumidor, com os aparelhos ficando mais baratos ao longo do tempo, a transformação de algo supérfluo de grandes empresários em mais uma empresa, na difícil missão de alcançar lucro e resultados.
Algo que continau a ser tratado na parte a seguir, "Definição dos termos gerais de concorrência no setor televisivo", que aborda a geração e a gerência do investimento publicitário - na verdade, quando o mercado se sentiu seguro de aplicar na televisão, até então era investimento quase familiar, de outras áreas de um mesmo grupo; além da concorrênia intermídia, com tabelas sobre cada período histórico, e como as agências, veículos e anunciantes se relacionaram ao longo deste tempo. Vale lembrar que a Globo atingiu um poderio imenso no "bolo publicitário" e era a única que conseguia compensar crises sofridas pelos clientes.
No último trecho, e para mim o mais facinante, Bolaño trata do "Mercado Brasileiro de Televisão: uma abordagem dinâmica", passando por cada uma das décadas desde que surgiu a primeira emissora de televisão do país, a TV Tupi, em 1951, do grupo dos Diários Associados, pertencente a Assis Chateaubriand.
A impossibilidade, mesmo para o grupo Diário Associados, de criar uma rede perdurou por muito tempo no Brasil, o que impedia a publicidade neste meio. Além do mais, a popularização do aparelho acabaou sendo mais um fator prejudicial, já que não havia delimitação de um público a ser atingido e ficaria difícil para grandes marcas gastar em propaganda para públicos, em sua maioria, fora da realidade de consumo destes produtos.
Na década de 60, primeria metade, é que aparece uma proposta mais profissional, a da TV Excelsior, que tirou alguns dos melhores artistas de outras emissoras para montar um excelente time. Porém, com a falta de recursos disponível do grupo empresarial que financiava a TV, que perdeu a administração do porto de Santos - devido à entrada da ditadura militar, que preferia o "seu" discurso. Sem dinheiro, a falência veio a seguir.

A segunda tentativa de profissionalização veio através da TV Globo, que contava com US$ 5 milhões do grupo estadunidense Time/Warner mesmo que a legislação (1962/1963) não permitisse capital estrangeiro na mídia nacional. Houve até uma análise que sugeria ao ditador da época a cancelar a concessão da emissora, mas a ditadura militar "preferiu" só advertar a empresa do Grupo Roberto Marinho.
Com dinheiro para montar a estrutura suficiente - prova disso é que o incêndio de 1967 de sua sede em São Paulo em nada atrapalhou -, e com os melhores profissionais possíveis para se preocupar com a questão administrativa e artírica, a empresa rapidamente atingiu o primeiro lugar tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. Vale lembrar que se poderia ter até cinco emissoras pertencentes a um mesmo grupo, assim a rede foi formada com parcerias com empresas locais, que indicutivelmente não poderiam, assim como as demais de grandes centros, criar bons produtos.
Assim, a principal dificuldade nesse período não era a preocupação com a concorrência, mas em ter recursos para transformar o "hobby" de outros empresários em uma empresa, no contexto da Indústria Cultural mesmo. Foi a partir daí, e com boa estratégia de segmentação de público, que a Globo rapidamente tomou a maior parte do bolo publicitário, que começou a aplicar suas verbas.
Diferentemente de outras emissoras, em que o produto patrocinava e dava o nome, era o dono, do programa patrocinado (ex. Repórter Esso); na Globo passou-se a vender os espaços de intervalo entre os programas. Assim, a produção era independente dos anunciantes e havia a possbilidade de conseguir mais deles dentro de um mesmo produto televisivo. Acabou se tornando num oligopólio de público e de anunciantes.
É bom que se explique que enquanto conteúdo, a Globo optou por fugir do que vinha sendo oferecido pelas demais emissoras, que apostavam em programas popularescos para atingir um grande público, mesmo que isso afastasse o mercado publicitário. A primeira aposta foi nas telenovelas, iniclamente com textos mexicanos, para depois a produção ser nacional. Conquistado o público através das três faixas que praticamente permancem até hoje.
Há ainda o primeiro jornal em rede do Brasil, que foi ao ar em 1969 e temos como "exemplar de credibilidade" até hoje. O Jornal Nacional ousou com uma proposta de passar as mesmas notícias para todo o país.

Outro dos pontos dentre os mais interessantes do livro é como o Grupo Sílvio Santos entrou como empresa da comunicação, afinal de contas, o programa de Senor Abravanel já existia/existe na televisão brasileira há muito tempo, desde a década de 1960, e sempre com uma boa audiência.


segunda-feira, 19 de abril de 2010
Circo a motor - Mais uma...




segunda-feira, 12 de abril de 2010
IRAAAAAAAAAADO! - ODEIO aniversário

domingo, 4 de abril de 2010
Circo a motor - Quinze minutos

Ah, antes de falar propriamente do final de semana, eu perdi cerca de quinze minutos tanto do treino oficial quanto da corrida - o que aparentou ser a melhor parte. O horário para nós é tortuoso: 5h. Nem de madrugada o suficiente para se manter acordado, nem de manhã o suficiente para acordar mais cedo.
TEMPORAL NO TREINO
Ficaram na primeira parte do treino as duas Ferraris e a McLaren de Lewis Hamilton. As esquipes resolveram ver as gotas de chuva caírem até o momento em que elas diminuíssem o ritmo. Como estamos falando de Fórmula 1, elas diminuíram mas prontamente voltaram, assim como um piloto corrige um pequeno deslize do carro. Resultado: 19º Alonso; 20º Hamilton e 21º Massa.
Para completar, a outra McLaren, de Jenson Button, ficou na brita na primeira tentativa do Q2, onde Barrichello e Schumacher brigaram por posições o tempo inteiro, e quase ficaram de fora do qualificatório final, onde Webber foi o único que arriscou com pneus intermediários e garantiu a terceira pole da RBR, com Rosberg em segundo, Vettel em terceiro e Rubinho em sétimo.
A parte que não vi: Hamilton e Massa conseguindo sete posições só na largada; Vettel, que largou na parte limpa da pista, chegando em primeiro com duas ultrapassagens antes da primeira curva; M. Schumacher saindo da prova com problemas no carro e o principal, a surpresa de todos ao ver que a previsão do tempo se enganara, gigante sol!
Sobre a largada de Vettel, já é a segunda corrida em que um piloto - o outro foi Massa - que larga atrás consegue posições na largada com a ajuda de sair de uma posição mais limpa. Desse jeito, os pilotos passarão a preferir largar em terceiro ou em quinto do que em segundo.
Lewis Hamilton deu outro dos seus shows ao ir ultrpassando os pilotos um a um. Porém, quando chegou na Force India de Sutil, quinto colocado, parou. Na briga entre os motores dava empate: Mercedes X Mercedes.
Atrás dele, Massa, com uma estratégia de parada melhor, até demorou para passar Button e alcançar a sétima posição, mas viu Alonso ficar preso atrás do atual campeão da categoria e depois de algumas tentativas, e com problemas no carro, explodir o motor a poucas voltas do final.
Vettel e Webber fizeram a dobradinha da RBR no pódio, cuja vitória deveria ter chegado nas duas últimas corridas, com Rosberg em terceiro e Kubica em quarto. Alguersuari (9º) e Hulkenberg (10º) marcaram seus primeiros pontos na categoria. Os brasileiros Lucas de Grassi (14º) e Bruno Senna (16º) conseguiram levar os seus carros até o final da prova pela primeira vez.
Ah, faltou falar em Rubens Barrichello que teve mais uma de suas sessões de azar. Como ocorrera com o carro da Brawn por duas vezes no ano passado, a Willians do brasileiro demorou para arrancar na largada e ele perdeu onze posições, terminando a prova num modesto 12º lugar.

O campeonato ficou equilibradíssimo. Apesar de a vitória agora valer mais, é um piloto que não venceu em nenhuma das três etapas até agora disputadas que lidera. Felipe Massa pulou para 39 pontos e supera Vettel e Alonso por dois pontos. Jenson Button e Nico Rosberg vêm logo atrás com 35 e Hamilton e Kubica também estão na mesma casa decimal com 31 e 30 pontos, respectivamente.
A próxima corrida será daqui a duas semanas, na China. É a chance de ver se Felipe Massa mantém a ponta e o melhor começo de temporada da sua carreira, se a RBR continua dominando como melhor carro, se Schumacher começa a pegar o jeito da nova F1,...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Circo a motor - Uma corrida para duas páginas

